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A transformação digital e a sobrevivência empresarial durante a crise

LIDE Goiás promove By Members com Cidinaldo Boshini em live do Instagram

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Fazer networking e adquirir conhecimento durante a quarentena se transformaram nos principais objetivos para os empreendedores. No momento em que vivemos é quase impossível não falar em crise e o LIDE Goiás diante da impossibilidade de realizar os encontros nos formatos tradicionais de palestras e mentoring, iniciou uma nova fase de atuação, levando seus palestrantes para as redes sociais. A novidade é que qualquer pessoa pode ter acesso aos conteúdos, não só os filiados ao LIDE

 

O especialista em turnaround Cidinaldo Boschini, participou na última terça-feira (31) de uma live, no Instagram do LIDE Goiás (@lidegoias), com o tema ?Planejamento e sobrevivência empresarial na crise?. Em que apresentou o cenário atual para empresas a curto, médio e longo prazo com enfoque em Goiás.

 

Os principais desafios também foram abordados com algumas dicas para empreendedores como o escalonamento das dívidas, o aumento nos prazos para o pagamento de fornecedores, analisar títulos que não foram descontados e a folha de pagamento para alugueis parados como imóveis ou salas comerciais. ?Empresários, lembrem-se que não existem reservas que não acabe, é preferível ter liquidez? destacou o especialista durante a conversa.

 

A maioria das empresas está em dias difíceis já que não podem funcionar na quarentena, mas para outras o momento é de crescimento. Um dos setores destacados foram os de tecnologia, com o aumento de lives e shows transmitidos online e os supermercados, que estão até contratando colaboradores. ?Mas Goiás poderá sentir menos os efeitos dessa crise devido a pujança do agronegócio. Já as indústrias como montadoras de carro e construção civil vão enfrentar uma grave crise?, explicou Cidinaldo Boschini.

 

Para manter empresas ativas e com funcionários trabalhando, muitos empresários recorrem à Recuperação Judicial. Por isso, o especialista Cidinaldo Boschini explicou o que é, quais os tipos de empresa que podem solicitar e reforçou a importância da recuperação judicial para não falir.  ?Muitas empresas já estão sem créditos nos bancos e terão mais dificuldades. Nesse caso, o risco de falência é muito grande. A recuperação judicial é uma alternativa?, reforçou.

 

 ?A transformação digital nos proporciona fortalecer os vínculos e apresentar o LIDE aos empresários que buscam conexões. Esse é o momento de dar as mãos e sair da zona de conforto?, explicou o presidente do LIDE Futuro Goiás Lucas D?Alcântara, durante a live.

 

COVID-19

 

O especialista Cidinaldo Boschini orientou internautas sobre a retomada da economia e dos negócios após o covid-19, alertando para o cenário de desemprego, menor disponibilidade para o consumo e para a queda de consumo dos bens duráveis, no primeiro momento. ?Será necessário paciência e resiliência, a economia retomará em aproximadamente dois anos. Se precisar reduzir a oferta, faça? finalizou o especialista.

 

 

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Usuários do Google Chrome são alvo de ataque cibernético

Empresa disse que removeu mais de 70 extensões maliciosas

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Um ataque de spyware recém-descoberto mirou 32 milhões de downloads de extensões do navegador de internet Google Chrome, disseram pesquisadores da Awake Security, destacando a falha do setor de tecnologia em proteger browsers apesar de serem cada vez mais usados para acesso a emails, folhas de pagamento e outras funções sensíveis.

O Google disse que removeu mais de 70 extensões maliciosas da Chrome Web Store depois de ser alertado pelos pesquisadores no mês passado.

“Quando somos alertados sobre extensões na Web Store que violam nossas políticas, agimos e usamos esses incidentes como material de treinamento para melhorar nossas análises automáticas e manuais”, disse o porta-voz do Google, Scott Westover, à Reuters.

A maioria das extensões gratuitas pretendia alertar os usuários sobre sites questionáveis ou converter arquivos de um formato para outro. Em vez disso, eles extraíram o histórico de navegação e os dados que forneciam credenciais para acesso a ferramentas corporativas.

Com base no número de downloads, foi o ataque de maior alcance na Chrome Store até o momento, segundo o cofundador e cientista-chefe da Awake, Gary Golomb.

O Google se recusou a discutir como o spyware se compara a ataques anteriores, a amplitude dos danos ou por que a empresa não detectou e removeu as extensões comprometidas por conta própria.

Não ficou claro que grupo está por trás do esforço de distribuição do malware. A Awake disse que os desenvolvedores forneceram informações de contato falsas quando enviaram as extensões ao Google.

Se alguém usar o Chrome infectado por uma dessas extensões em um computador doméstico, o malware transmitirá as informações roubadas da máquina, afirmaram os pesquisadores. Em redes corporativas, que incluem serviços de segurança, o computador não envia os dados confidenciais nem se conectará a versões falsas de sites, segundo eles.

Todos os domínios em questão, mais de 15 mil que eram conectados entre si, foram comprados de uma pequena empresa em Israel, Galcomm, conhecida formalmente como CommuniGal Communication. A Awake disse que a Galcomm deveria saber o que estava acontecendo.

Em um e-mail, o proprietário da Galcomm, Moshe Fogel, disse à Reuters que sua empresa não havia feito nada errado.

“A Galcomm não está envolvida e não cumpre nenhuma atividade maliciosa”, escreveu Fogel. “Você pode dizer exatamente o contrário: cooperamos com os órgãos policiais e de segurança para impedir o máximo que pudermos.”

Por Agência Brasil

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