Educação

Aparecida de Goiânia e o Estado de Goiás ganham Mestrado exclusivo para professores de Artes da rede pública de ensino

As inscrições para o PROF-ARTES seguem até o dia 12 de julho e são gratuitas.

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O curso será ofertado pelo Instituto Federal de Goiás (IFG) ? Câmpus Aparecida de Goiânia e as inscrições seguem até o dia 12 de julho. Nesta primeira seleção, foram disponibilizadas 25 vagas, distribuídas da seguinte forma: 5 vagas para a área de Música; 9 para a área de Artes Cênicas; 11 para Artes Visuais.

 

No IFG Aparecida de Goiânia a coordenação do programa é do Prof. Dr. Alexandre Guimarães, que explica: “O Mestrado Profissional em Artes / PROF-ARTES, como todo programa profissional de pós-graduação, tem um público específico e visa o incremento da atuação de um determinado profissional em seu local de trabalho ou comunidade. No nosso caso, o público é o professor de Arte e o local a ser pesquisado é a escola de origem desse professor. Ou seja, o professor de Arte da rede pública, em plena atuação docente em Arte, realizará um projeto de pesquisa que deverá impactar a sua escola, causando melhorias, reflexões e transformações naquele ambiente de formação.”

 

Inscrições

 

Para se inscrever, o candidato precisa preparar a documentação que será anexada no ato do preenchimento do formulário eletrônico. Os documentos solicitados devem ser enviados em arquivo PDF. As inscrições, que são gratuitas, devem ser feitas na plataforma virtual da Coordenação Geral do PROF-ARTES, que pode ser acessada por meio do seguinte link: https://www1.ceart.udesc.br/? idFormulario=154.

 

Ao término da inscrição, será enviado ao e-mail do candidato um comprovante de inscrição. Esse documento deverá ser impresso e apresentado no momento da prova de arguição, juntamente com o documento de identificação. A validação das inscrições será divulgada no dia 27 de julho, no site www.ceart.udesc.br/profartes.

 

Requisitos

 

Para participar do processo seletivo do Mestrado PROF-ARTES, o candidato deve ser portador de diploma de curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), em qualquer área de formação; pertencer aos quadros de servidores efetivos de instituições públicas de ensino da Educação Básica; atuar no âmbito da Educação Básica em modalidade formal; estar em exercício em sala de aula, ministrando aulas de Arte no momento de inscrição neste processo seletivo e durante o curso.

 

Outros detalhes podem ser conferidos no Edital completo, disponível também em www.ifg.edu.br.

 

Sobre o Mestrado em Artes | PROF-ARTES e o IFG

 

Criado em 2014, o PROF-ARTES é uma modalidade de mestrado em forma associativa entre Instituições de Ensino Superior, coordenado pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC.

 

Reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação, o Mestrado Profissional em Artes, PROF-ARTES, é um programa de pós-graduação stricto sensu em Artes, com duração de 24 meses e aulas presenciais, que tem como objetivo capacitar professores da rede pública de ensino, na área de Arte, para o exercício da docência na Educação Básica.

 

Em 2019 quatro novas Instituições Ensino Superior foram incorporadas à rede. O IFG foi um deles e é o único Instituto Federal a ofertar o PROF-ARTES.

 

Formação continuada para professores de Goiás

 

Segundo o coordenador, “Para o Estado de Goiás, isto significa a ampliação da formação continuada de professores de Arte da Educação Básica, que enfrentam várias barreiras para concorrer a uma vaga de mestrado nos programas acadêmicos. Nesse sentido, o Mestrado em Artes, ao limitar a participação de professores efetivos da rede pública, prioriza a formação do professor, bem como a transformação da escola em que ele atua.”

 

 

SERVIÇO

Inscrições abertas para Mestrado Profissional em Artes / PROF-ARTES do IFG Aparecida de Goiânia

Inscrições: https://www1.ceart.udesc.br/? idFormulario=154

 

 

Ana Paula da Mota Leite

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Escola poderá ser obrigada a exibir contatos do conselho tutelar e notificar casos de violência

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Projeto aprovado na Comissão de Educação obriga ainda as escolas a desenvolverem programas voltados à prevenção e combate à violência, ao abuso ou a exploração de estudantes

Projeto aprovado na Comissão de Educação obriga ainda as escolas a desenvolverem programas voltados à prevenção e combate à violência, ao abuso ou a exploração de estudantes

colegiado aprovou o texto apresentado pela relatora, deputado Professora Rosa Neide

A Comissão de Educação aprovou nesta quarta-feira (7) proposta que obriga estabelecimentos de ensino a afixarem em suas instalações, em local visível e de fácil acesso, o número de telefone e os endereços, eletrônico e físico, do conselho tutelar local. O texto, que tramita na Câmara dos Deputados, também exige a afixação, nas mesmas condições, de números telefônicos de serviços públicos de emergência e de utilidade pública.

A proposta aprovada é um substitutivo da relatora, deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), aos projetos de lei 4628/19, do deputado Expedito Netto (PSD-RO), e 5397/19, que tramita apensado. Os projetos alteram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

“É importante tornar mais explícita, na legislação educacional, a relevância do papel da escola na comunicação, ao conselho tutelar, de sinais de que seus alunos estejam sendo vítimas de violência, abuso e/ou exploração”, argumenta a relatora.

Além de incorporar ao projeto original (4628/19) a necessidade de as escolas afixarem os telefones de serviços de emergência e de utilidade pública, como pretende o PL 5397/19, a relatora também decidiu alterar a LDB para exigir que as escolas notifiquem ao conselho tutelar qualquer sinal de violência, abuso ou exploração praticados contra estudantes e ainda informe a relação de alunos com faltas acima de 30% do percentual permitido em lei.

“Queremos reforçar a responsabilidade da escola e seu relacionamento com o conselho tutelar”, disse a relatora.

O texto, por fim, obriga estabelecimentos de ensino a desenvolverem programas de formação continuada de profissionais voltados à prevenção e combate à violência, ao abuso ou a exploração de estudantes.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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