Saúde

Caiado afirma que Goiás aplicou mais de 14 mil doses da vacina contra Covid em moradores do DF

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, detalhou pelas redes sociais um “dado interessante”. Segundo ele, o Estado já aplicou 14.849 doses da vacina contra a Covid-19 em moradores do Distrito Federal, sendo 12.293 referentes à primeira dose e 2.556 relativas à segunda.

“Sou um defensor do SUS e jamais admitiria que esse princípio fosse quebrado. Por isso não é possível barrar a vacinação de brasilienses do ponto de vista legal e, acima de tudo, moral. Da mesma forma que acredito que goianos estejam sendo vacinados no DF”, publicou.

O governador pediu reciprocidade e que “episódios discriminatórios recentes, onde governantes do DF falaram em fechamento de divisa com Goiás, fiquem no passado”. Caiado se referiu ao episódio, ocorrido em 23 de fevereiro, em que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou que 25% dos pacientes internados em Brasília, eram do entorno e, por isso, fecharia a divisa entre DF e Goiás.

Vacinação em Goiás

Levantamento realizado pela SES-GO apurou que, referente à primeira dose, foram aplicadas 728.740 doses das vacinas contra a Covid-19 em todo o Estado. Em relação à segunda dose, foram vacinadas 235.814 pessoas. Esses dados são preliminares.

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Saúde

Lewandowski suspende antecipação de vacina de policiais e professores

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Ministro atendeu a pedido da Defensoria Pública do Rio de Janeiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu hoje (3) suspender a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que manteve o decreto estadual incluindo profissionais das forças de segurança e da educação no grupo prioritário para vacinação contra a covid-19. Com a decisão, deverá ser seguida a ordem de vacinação estabelecida pelo Ministério da Saúde.

Lewandowski atendeu ao pedido de liminar feito pela Defensoria Pública do  Rio, que alegou que o decreto não teve motivações técnicas para antecipar em sete posições a vacinação das categorias em relação ao plano de imunização.

Na decisão, o ministro entendeu que as autoridades locais só podem fazer alterações no plano de vacinação se estiverem amparadas em critérios técnicos.

“As autoridades governamentais, acaso decidam promover adequações do plano às suas realidades locais, além da necessária publicidade das suas decisões, precisarão, na motivação do ato, explicitar quantitativamente e qualitativamente as pessoas que serão preteridas, estimando o prazo em que serão, afinal, imunizadas”, disse.

O ministro do STF também alertou que os gestores podem ser responsabilizados no caso de falta da segunda dose da vacina em função de mudanças feitas no calendário de vacinação.

“Isso sem prejuízo do escrupuloso respeito ao prazo estabelecido pelos fabricantes das vacinas – e aprovado pela Anvisa – para a aplicação da segunda dose do imunizante naquelas pessoas que já receberam a primeira, sob pena de frustrar-se a legítima confiança daqueles que aguardam a complementação da imunização, em sua maioria idosos e portadores de comorbidades, como também de ficar caracterizada, em tese, a improbidade administrativa dos gestores da saúde pública local, caso sejam desperdiçados os recursos materiais e humanos já investidos na campanha de vacinação inicial”, afirmou.

Edição: Fernando Fraga

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