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EDUCAÇÃO: Inscrições para o Sisu começam nesta terça (28); veja quem pode participar

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Candidatos devem ter realizado a última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para participar da seleção

As inscrições para o segundo processo seletivo de 2022 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam nesta terça-feira (28/6). Os candidatos deve estar atentos ao prazo, que segue até o dia 1º de julho. Veja quem pode participar e como se inscrever.

A consulta pelas vagas disponíveis foi aberta no último dia 15 deste mês. Através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior os candidatos podem ter acesso às vagas ofertadas por modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos.

Para participar, os candidatos devem ter realizado a última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2021. É preciso ainda ter nota superior a zero na redação e não ter participado do exame da condição de treineiro.

O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 6 de julho. Posteriormente, os selecionados terão do dia 13 a 18 de julho para realizar matrícula ou registro acadêmico. O prazo para manifestar interesse na lista de espera será de 6 a 18 de julho.

A seleção dos candidatos é feita conforme as opções de cursos indicados no ato da inscrição, obedecendo a classificação da nota obtida na última edição do Enem.

O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) no qual as instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada edição da seleção.

A inscrição ao Sisu é gratuita e feita, exclusivamente, pela internet. O acesso ao sistema é feito com as informações de login e senha, mediante conta no site gov.br.

Depois, na página de inscrição do portal, é preciso confirmar os dados e começar a inscrição. É possível escolher até duas opções de curso.

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Educação

Aluno de escola pública poderá ter segunda refeição garantida

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Hora do almoço em colégio de Manaus: carência nutricional das crianças pode ser suprida na escola, sustenta Rogério Carvalho

Alunos de escolas públicas poderão ter direito de se alimentar pelo menos duas vezes ao dia com a quantidade ideal de nutrientes para a idade. Isso é o que prevê o Projeto de Lei (PL) 1.901/2022, apresentado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE).

A proposta altera a Lei 11.947, de 2009, que regulamenta o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). No artigo da lei que determina que “alimentação escolar é direito dos alunos da educação básica pública e dever do Estado”, o projeto adiciona um parágrafo para estabelecer que esse direito “compreende a efetiva disponibilização aos alunos de pelo menos duas refeições diárias completas, atendendo-se, integralmente, à ingestão diária recomendada de proteína, vitaminas e minerais para cada faixa etária”.

Rogério Carvalho explica que, de acordo com o 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia de Covid-19, o Brasil retornou aos maiores patamares da fome, desde 1990. Por isso, é preciso qualificar o Pnae para o atual cenário, argumenta.

O parlamentar acrescenta que contribuíram para esse resultado o desmonte das políticas públicas pelo atual governo federal e o agravamento da crise econômica. Realidade que atingiu “de forma particularmente cruel” as crianças em idade escolar, que não tiveram suas necessidades supridas durante a pandemia.

“Nessa fase da vida, o não atendimento às suas demandas alimentares causa inegável comprometimento às suas potencialidades e ao seu futuro. Sob essa perspectiva, é preciso que pensemos no papel da escola como local onde podem ser supridas as carências alimentares de nossas crianças. Para muitas delas, o ambiente escolar é onde farão a única refeição do dia”, ressalta Rogério Carvalho.

O senador defende que as escolas devem assumir integralmente a responsabilidade pelo fornecimento de duas refeições completas aos estudantes, preparadas de modo a suprir a quantidade de proteína, vitaminas e minerais para cada faixa etária.

Por Vinícius Vicente, sob supervisão de Patrícia Oliveira

Fonte: Agência Senado

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