Política

Evandro Magal, Sônia Chaves e Cristóvão Tormin são os prefeitos goianos que pior administram os recursos públicos, aponta TCM

Novo Gama, Caldas Novas e Luziânia são as três cidades goianas mais mal administradas de Goiás no quesito financeiro. É o que aponta ranking anual do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) divulgado publicamente pela instituição.

Publicados

em


Avaliando a qualidade das finanças municipais, o órgão compara números e balancetes e elabora lista com os municípios em situação de emergência. Os três, Novo Gama, Caldas Novas e Luziânia, respectivamente, são os que acumularam maiores dívidas, em comparação com suas receitas.

Em Novo Gama, administrada pela prefeita Sônia Chaves (PSDB), o município em último lugar da lista acumula dívida anual superior a 25 milhões de reais (25.314.653,07), no abatimento entre receitas e despesas. No ano de 2018, o município arrecadou 135 milhões de reais, mas empenhou mais 160 milhões em despesas em contratos e folha de pagamento.

Em Caldas Novas, maior cidade turística do Centro-Oeste, do pepista Evandro Magal, o alto valor de arrecadação, mais de 22 milhões mensais, não foram suficientes para sanar os empenhos da prefeitura. Enquanto o município das águas quentes arrecadou 264 milhões de reais, fechou 2018 com despesas empenhadas na ordem de 281 milhões, mais de 17 milhões que se avolumaram em dívidas.

O rombo constante em Caldas Novas já é refletida na saúde, que está precária e nas ruas, com alto número de buracos. Outro problema do município é a incapacidade de receber recursos federais. Sem as certidões negativas provando a regularidade fiscal, Caldas Novas não consegue receber emendas dos deputados federais e também fica em dificuldades para gerir programas dos governos do Estado e Federal.

A situação é idêntica em Luziânia. Lá o prefeito Cristóvão Tormin (PSD) também tem uma alta arrecadação municipal (mais de 376 milhões no ano de 2018), mas programa gastos maiores que isso. O valor empenhado é de 389 milhões, acumulando um saldo negativo de 13 milhões e 637 mil reais. O levantamento é produzido pelo Tribunal de Contas dos Municípios e avalia todas as cidades as 246 cidades goianas. No total, 30 fecharam o ano fiscal no vermelho.

Evandro Magal, Sônia Chaves e Cristóvão Tormin são os prefeitos goianos que pior administram os recursos públicos, aponta TCM Evandro Magal, Sônia Chaves e Cristóvão Tormin são os prefeitos goianos que pior administram os recursos públicos, aponta TCM

COMENTE ABAIXO:

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Política

Projeto de lei de Gleydson Nato busca garantir ações de transferência de renda aos estudantes de escolas estaduais

Já se encontra em tramitação, para análise, nas comissões da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, o Projeto de lei de autoria do deputado Gleydson Nato (PTB), que pretende criar o Projeto Alimentação Estudantil – PAE, destinado à ações de transferência de renda aos estudantes da rede pública estadual de ensino, configurando benefício complementar emergencial, em razão do estado de calamidade pública em saúde decorrente da pandemia da COVID-19, e dá outras providências

Publicados

em

Por


O deputado Gleydson Nato argumentou as diretrizes de seu projeto – Foto Dicom AL-TO

 

Pelo projeto de Nato,  fica  o Poder Executivo autorizado a contratar junto à Caixa Econômica Federal ou ao Banco do Brasil como agentes financeiros para a operacionalização do PAE no que tange à elaboração da folha de pagamento a partir dos dados e informações que serão disponibilizados pela Administração Pública Estadual e ao pagamento dos benefícios, obedecidas as exigências legais.

?

 

Ao justificar sua proposta, Gleydson Nato  mostrou dados estatísticos do  IBGE, que mostram que cerca de nove   milhões de brasileiros entre zero e 14 anos vivem em situação de extrema pobreza, ressaltando que esse  quadro de insegurança alimentar, que já vinha se agravando, piorou ainda mais nas últimas semanas, em função da pandemia ocasionada pelo novo coronavírus, que obrigou creches e escolas a fecharem as portas.

 

?Infelizmente, esse quadro de insegurança alimentar, que já vinha se agravando, piorou ainda mais nos últimos meses,  por isso tomamos a iniciativa de apresentar esse Projeto de lei, para tentar, pelo menos, minimizar as dificuldades financeiras por que passa expressivo número de nossos estudantes das escolas públicas e suas famílias?, argumentou o parlamentar.

 

 

 Ascom/Deputado Gleydson Nato

 

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CATEGORIAS

CATEGORIAS

CATEGORIAS

CATEGORIAS

MAIS LIDAS DA SEMANA