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Festival 360° é a nova aposta no universo musical

Joelma, Solange Almeida, Naiara Azevedo e Lauana Prado inauguram primeira edição do evento online

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As lives musicais já viraram moda por todo mundo. Toda semana milhares de artistas se apresentam em shows virtuais compartilhados ao vivo nas diversas plataformas de vídeo da internet. Nesse contexto, a NA Produções Artísticas decidiu ir além e idealizou um novo conceito no cenário : o Festival 360°, ?o maior festival de prêmios e entretenimento online do país?. O projeto reúne grandes artistas em uma live com quatro palcos, ou seja, onde quatro shows acontecem simultaneamente, no mesmo local, em uma única transmissão ao vivo no YouTube. A mega produção será realizada semanalmente com a presença de atrações, apresentadores e influenciadores do Brasil inteiro, além do sorteio de prêmios inéditos para o público

A primeira edição do Festival 360° acontece no próximo sábado, dia 13 de junho, em Goiânia, às 20h. Para o lançamento do projeto, a NA Produções Artísticas apostou na mistura entre calypso, forró e sertanejo, convidando nomes de repercussão nacional e internacional para compor o rol de atrações da noite, com o encontro mais que especial entre as cantoras Joelma, Naiara Azevedo, Solange Almeida e Lauana Prado . Além do line up empoderado, o evento promete arrancar boas risadas do público já que será apresentado pela humorista e fenômeno digital Gessika Kayane( Gkay) e pelo icônico David Brazil. Para comemorar a primeira live do Festival e fazer jus ao quarteto musical poderoso, 04 carros 0KM serão sorteados no decorrer dos shows, um Fiat Mobi, um Renault Kiwid, um Chevrolet Onix e o novo HB20.

O time de artistas convidados foi escolhido para tornar a noite inesquecível. Com 25 anos de carreira, Joelma é uma das maiores representantes da música popular brasileira. Atemporal, a cantora usa e abusa da mistura de ritmos e tendências sem jamais abandonar sua essência do norte do país. A dona do hit ? A Lua me traiu ?estará ao lado de Solange Almeida, considerada uma das melhores cantoras de forró de todos os tempos e Naiara Azevedo, hitmaker da cena sertaneja. Para completar o time, o Festival traz Lauana Prado, artista revelação com o sucesso ?Cobaia?, que já ultrapassou os 400 milhões de views na internet e alcançou o topo da parada Viral Global no Spotify em 2019.

Sobre a NA Produções:
A NA Produções, que está por trás do Festival 360°, é um escritório, localizado em Goiânia, de gestão de carreiras artísticas e geradora de conteúdo na área de entretenimento e showbiz. O grupo se destaca como uma das mais influentes empresas do ramo da indústria musical no Brasil.

 

 

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HERANÇA DIGITAL: Exclusão de perfil no Facebook após morte não gera dever de indenizar

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Por entender que o Facebook agiu no exercício regular de um direito, não havendo qualquer abusividade ou falha na prestação dos serviços, a 31ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão que negou um pedido de indenização por danos morais feito por uma mãe após a exclusão do perfil de sua filha falecida na rede social.

A autora da ação afirma que usava o perfil para recordar fatos da vida da filha e interagir com amigos e familiares. Ela pediu a restauração da página e indenização pelos danos morais causados pela exclusão repentina. O juízo de primeira instância julgou a ação improcedente. A mãe recorreu ao TJ-SP, que manteve a sentença.

O relator, desembargador Francisco Casconi, lembrou que, ao criar o perfil, a filha da autora aderiu aos Termos de Serviço e Padrões da Comunidade, disponibilizados aos usuários quando ingressam na rede social. Nesses termos, o usuário possui duas opções em caso de morte: transformar o perfil em memorial ou optar previamente pela exclusão da conta. A filha da autora escolheu a segunda opção.

“Não se ignora a dor da autora frente à tragédia que se instaurou perante a sua família, e que talvez seja a mais sensibilizante das mazelas humanas. Tampouco a necessidade de procurar conforto em qualquer registro que resgate a memória de sua filha”, disse.

No entanto, segundo o magistrado, não há como imputar ao Facebook responsabilidade pelos abalos morais decorrentes da exclusão do perfil, “já que decorreram de manifestação de vontade exarada em vida pela usuária, ao aderir aos Termos de Serviço da apelada, os quais, de um modo ou de outro, previam expressamente a impossibilidade de acesso ilimitado do conteúdo após o óbito”.

Com relação à validade dos termos de serviço do Facebook, Casconi afirmou que não há regramento específico sobre herança digital no ordenamento jurídico brasileiro: “Sequer a Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) ou a novel Lei Geral de Produção de Dados se debruçaram expressamente sobre a questão”.

Assim, para ele, a questão deve ser resolvida à luz de dispositivos constitucionais e civilistas e citou especificamente os direitos da personalidade e o princípio da autonomia da vontade, “o que leva ao respeito da manifestação de vontade exarada pela titular da conta quando aderiu aos Termos de Serviço do Facebook”. A decisão foi unânime.

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