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Filme italiano “A Vida é Bela” é atração do Festival de Cinema, da TV Brasil, nesta quarta (17/6)

Clássico da sétima arte estrelado e dirigido por Roberto Benigni conquistou três estatuetas do Oscar

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A TV Brasil apresenta o sucesso italiano “A Vida é Bela” (1997) na sessão Festival de Cinema desta quarta (17), às 22h30. Celebrada pelo público e pela crítica, a sensível comédia dramática é considerada uma das referências da sétima arte nas últimas três décadas.

 

A obra-prima foi reconhecida com diversas premiações internacionais importantes. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas concedeu à produção três estatuetas do Oscar nas categorias Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator (Roberto Benigni).

 

O longa é protagonizado e dirigido pelo ator Roberto Benigni em uma atuação primorosa. Com uma performance marcante do astro italiano, a película ainda foi laureada com o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, o CÉSAR de Melhor Filme Estrangeiro e o Goya de Melhor Filme Europeu.

 

O clássico comove os espectadores pela delicadeza com que aborda as crueldades cometidas pelos nazistas. A emotiva trama do judeu Guido e sua família se passa na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. O personagem interpretado por Roberto Benigni é capturado e mandado para um campo de concentração em Berlim junto com seu filho, o pequeno Giosué.

 

Com inteligência, espirituosidade e bom humor, Guido faz com que o menino acredite que ambos estão participando de um jogo do qual devem sair campeões, sem que o garoto perceba os horrores do regime nazista. O protagonista criado por Roberto Benigni usa a criatividade da imaginação para lidar com as atrocidades da guerra.

 

Concorrência brasileira

 

O filme “A Vida é Bela” concorreu às principais premiações do circuito da sétima arte com o drama nacional “Central do Brasil” (1999). A produção italiana conquistou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1999.

 

Por outro lado, no BAFTA do mesmo ano, a produção brasileira estrelada por Fernanda Montenegro venceu a obra de Roberto Benigni. Em ambos os longas, um menino cujo personagem tem pronuncia parecida, foi coprotagonista.

 

Na trama dirigida por Walter Salles, o ator Vinícius de Oliveira interpretou o garoto Josué enquanto na comédia dramática italiana o menino Giorgio Cantarini encantou o mundo como o ingênuo Giosuè Orefice, filho do judeu Guido.

 

Ficha Técnica

País: Itália. Ano de estreia: 1997. Gênero: comédia dramática. Direção: Roberto Benigni. Elenco: Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, Giorgio Cantarini, Giustino Durano, Sergio Bini Bustric, Marisa Paredes, Horst Buchholz, Amerigo Fontani, Pietro De Silva. Duração: 116 min. Classificação Indicativa: Livre

 

Serviço

Festival de Cinema – “A Vida é Bela” ? quarta-feira, dia 17/6, às 22h30, na TV Brasil

Festival de Cinema – “A Vida é Bela” ? quarta, dia 17/6, às 2h30, para quinta-feira, dia 18/6, na TV Brasil

 

Comunicação TV Brasil

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HERANÇA DIGITAL: Exclusão de perfil no Facebook após morte não gera dever de indenizar

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Por entender que o Facebook agiu no exercício regular de um direito, não havendo qualquer abusividade ou falha na prestação dos serviços, a 31ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão que negou um pedido de indenização por danos morais feito por uma mãe após a exclusão do perfil de sua filha falecida na rede social.

A autora da ação afirma que usava o perfil para recordar fatos da vida da filha e interagir com amigos e familiares. Ela pediu a restauração da página e indenização pelos danos morais causados pela exclusão repentina. O juízo de primeira instância julgou a ação improcedente. A mãe recorreu ao TJ-SP, que manteve a sentença.

O relator, desembargador Francisco Casconi, lembrou que, ao criar o perfil, a filha da autora aderiu aos Termos de Serviço e Padrões da Comunidade, disponibilizados aos usuários quando ingressam na rede social. Nesses termos, o usuário possui duas opções em caso de morte: transformar o perfil em memorial ou optar previamente pela exclusão da conta. A filha da autora escolheu a segunda opção.

“Não se ignora a dor da autora frente à tragédia que se instaurou perante a sua família, e que talvez seja a mais sensibilizante das mazelas humanas. Tampouco a necessidade de procurar conforto em qualquer registro que resgate a memória de sua filha”, disse.

No entanto, segundo o magistrado, não há como imputar ao Facebook responsabilidade pelos abalos morais decorrentes da exclusão do perfil, “já que decorreram de manifestação de vontade exarada em vida pela usuária, ao aderir aos Termos de Serviço da apelada, os quais, de um modo ou de outro, previam expressamente a impossibilidade de acesso ilimitado do conteúdo após o óbito”.

Com relação à validade dos termos de serviço do Facebook, Casconi afirmou que não há regramento específico sobre herança digital no ordenamento jurídico brasileiro: “Sequer a Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) ou a novel Lei Geral de Produção de Dados se debruçaram expressamente sobre a questão”.

Assim, para ele, a questão deve ser resolvida à luz de dispositivos constitucionais e civilistas e citou especificamente os direitos da personalidade e o princípio da autonomia da vontade, “o que leva ao respeito da manifestação de vontade exarada pela titular da conta quando aderiu aos Termos de Serviço do Facebook”. A decisão foi unânime.

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