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Governo desenvolve sistema que auxilia na gestão da Estrutura Organizacional

Novo Sistema tem como objetivo unificar dados dos servidores e estruturas organizacionais da administração direta e indireta do Estado

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Foto: ATI/Governo do Tocantins

O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Tecnologia da Informação (ATI), desenvolveu um novo Sistema de Estrutura Organizacional e tem realizado a sua implantação nos órgãos, que será utilizado pelos responsáveis da Gestão de Pessoas e tem como objetivo unificar os dados dos servidores e as estruturas organizacionais da administração direta e indireta do Estado.

Os responsáveis pela administração poderão ter a visão geral de todo organograma do órgão, com as informações obtidas do Sistema de Gestão de Recursos Humanos e Folha de Pagamento (Ergon), que é utilizado na gestão de pessoas para setor público que gera automaticamente a folha de pagamento, incluindo os eventos retroativos e a contagem de tempo.

?Por meio do treinamento realizado pela Agência de Tecnologia, tivemos o entendimento do sistema e, na prática, vamos aperfeiçoando sua utilização. O sistema complementa as funções do Ergon que já utilizamos há muitos anos do Estado, principalmente a estrutura virtual que possibilita um organograma mais completo dos órgãos?, afirmou o servidor da Gerência de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado da Fazenda e Planejamento, José Ivan Alves.

O principal benefício para as Gerências de Gestão de Pessoa dos órgãos é a centralização das informações, com atualizações periódicas, um conteúdo padronizado e acesso em todos os dispositivos. O Sistema possibilita também a criação de departamentos virtuais, que geram uma melhor visualização do organograma da instituição, ordenando responsabilidades, autoridades e comunicações das unidades organizacionais.

 

Da Redação/Tamires Rodrigues/Governo do Tocantins

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Usuários do Google Chrome são alvo de ataque cibernético

Empresa disse que removeu mais de 70 extensões maliciosas

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Um ataque de spyware recém-descoberto mirou 32 milhões de downloads de extensões do navegador de internet Google Chrome, disseram pesquisadores da Awake Security, destacando a falha do setor de tecnologia em proteger browsers apesar de serem cada vez mais usados para acesso a emails, folhas de pagamento e outras funções sensíveis.

O Google disse que removeu mais de 70 extensões maliciosas da Chrome Web Store depois de ser alertado pelos pesquisadores no mês passado.

“Quando somos alertados sobre extensões na Web Store que violam nossas políticas, agimos e usamos esses incidentes como material de treinamento para melhorar nossas análises automáticas e manuais”, disse o porta-voz do Google, Scott Westover, à Reuters.

A maioria das extensões gratuitas pretendia alertar os usuários sobre sites questionáveis ou converter arquivos de um formato para outro. Em vez disso, eles extraíram o histórico de navegação e os dados que forneciam credenciais para acesso a ferramentas corporativas.

Com base no número de downloads, foi o ataque de maior alcance na Chrome Store até o momento, segundo o cofundador e cientista-chefe da Awake, Gary Golomb.

O Google se recusou a discutir como o spyware se compara a ataques anteriores, a amplitude dos danos ou por que a empresa não detectou e removeu as extensões comprometidas por conta própria.

Não ficou claro que grupo está por trás do esforço de distribuição do malware. A Awake disse que os desenvolvedores forneceram informações de contato falsas quando enviaram as extensões ao Google.

Se alguém usar o Chrome infectado por uma dessas extensões em um computador doméstico, o malware transmitirá as informações roubadas da máquina, afirmaram os pesquisadores. Em redes corporativas, que incluem serviços de segurança, o computador não envia os dados confidenciais nem se conectará a versões falsas de sites, segundo eles.

Todos os domínios em questão, mais de 15 mil que eram conectados entre si, foram comprados de uma pequena empresa em Israel, Galcomm, conhecida formalmente como CommuniGal Communication. A Awake disse que a Galcomm deveria saber o que estava acontecendo.

Em um e-mail, o proprietário da Galcomm, Moshe Fogel, disse à Reuters que sua empresa não havia feito nada errado.

“A Galcomm não está envolvida e não cumpre nenhuma atividade maliciosa”, escreveu Fogel. “Você pode dizer exatamente o contrário: cooperamos com os órgãos policiais e de segurança para impedir o máximo que pudermos.”

Por Agência Brasil

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