Educação

Inscrições para Programa Universitário do Bem (ProBem) terminam na próxima sexta-feira (16/07)

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Estudantes em situação de vulnerabilidade social cadastrados no CadÚnico devem acessar o site ovg.org.br até às 23h59 do dia 16 de julho para se candidatar ao benefício do Governo de Goiás.

“Agora, nós temos uma seleção mais inclusiva, que deixa todo processo transparente e justo”, destaca presidente de honra da OVG e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado

O Governo do Estado, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), encerra, na próxima sexta-feira (16/07), o prazo para inscrições no Programa Universitário do Bem (ProBem). Ao todo, 5 mil estudantes cadastrados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) serão contemplados com o benefício.

Para concorrer à bolsa, as inscrições devem ser realizadas no site da OVG (ovg.org.br) até às 23h59 do dia 16 de julho. O resultado final do processo seletivo será divulgado no início de agosto. Com os novos bolsistas, o Programa alcança a marca de 10 mil beneficiários atendidos no segundo semestre de 2021.

São ofertadas 4 mil bolsas, que vão custear 50% do valor da mensalidade (bolsa parcial), e 1 mil que vão cobrir 100% (bolsa integral). Para a maioria dos cursos, o benefício parcial pode chegar a R$ 650 e o integral a R$ 1.500. Já para alunos de medicina e odontologia, as bolsas serão de R$ 2.900 (bolsa parcial) e R$ 5.800 (bolsa integral). O benefício será oferecido para o segundo semestre deste ano.

Com a sanção do ProBem, o processo seletivo traz uma novidade para os estudantes mais vulneráveis: agora, a bolsa de estudos pode ser concedida desde o primeiro semestre da faculdade. Além disso, o programa lançado no início deste ano aumentou o valor do benefício e passou a priorizar cursos com maior chance de empregabilidade e de melhoria na vida dos estudantes após a formatura.

A presidente de honra da OVG e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS), primeira-dama Gracinha Caiado, destaca a importância das mudanças implementadas na vida dos universitários goianos. “O governador Ronaldo Caiado sempre diz que a educação de qualidade é uma de suas prioridades, por isso o ProBem tem um lugar especial em nosso governo. Agora, nós temos uma seleção mais inclusiva, com dados do CadÚnico, que deixa todo o processo mais transparente e justo. Conseguimos beneficiar quem realmente precisa e mudar a realidade na qual os estudantes estão inseridos”, destaca.

ProBem
Sancionado no dia 5 de janeiro de 2021 pelo governador Ronaldo Caiado, o ProBem tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento social e econômico do Estado de Goiás por meio da concessão de bolsas de estudos, mediação do acesso ao mundo do trabalho e fomento à participação cidadã para estudantes universitários em situação de vulnerabilidade social.

A seleção dos bolsistas, agora, leva em conta a condição de vida da família, não apenas a renda, avaliando os dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), tais como: qualidade da moradia, dificuldade de acesso à educação, inclusive com análise da existência de familiares (como pais) analfabetos ou semianalfabetos.

As dúvidas sobre o Programa podem ser esclarecidas pelo telefone (62) 3201-9351 ou pelo WhatsApp (62) 99641-6090.

Serviço:
Assunto: Inscrições do ProBem se encerram na próxima sexta-feira
Quando: 16 de julho de 2021 (até 23h59)
Inscrições: Site da OVG (ovg.org.br)
Informações: (62) 3201-9351 (Central de Relacionamento do ProBem)

Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) – Governo de Goiás

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Educação

COVID-19: Justiça Federal nega pedido para retorno de aulas presenciais na UFG

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A Justiça Federal negou pedido do Ministério Público Federal (MPF) para o retorno das aulas presenciais na Universidade Federal de Goiás (UFG) até o final de setembro. A decisão foi proferida pelo juiz Jesus Crisóstomo de Almeida, em ação civil pública em que o MPF alegava não haver mais justificativa para o ensino remoto emergencial, adotado em razão da pandemia do coronavírus (covid-19).
O Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg-Sindicato), o Diretório Central dos Estudantes (DCE) e o Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Goiás (Sint-Ifesgo) ingressaram na ação na qualidade de amicus curiae e pediram o indeferimento do pedido.
As três entidades destacaram, entre outras questões, que Goiás conta com alto nível de infecção por covid. Lembraram, ainda, que um painel publicado pelo jornal norte-americano The New York Times apontou o Estado como a maior média de mortes e contaminação para cada 100 mil habitantes no início de agosto.
Casos como a Prefeitura de Caldas Novas e de um tradicional colégio particular de Goiânia, que suspenderam as aulas presenciais após o aumento de casos de coronavírus, também são ressaltados na ação conjunta.
“A curva em Goiás ainda não foi estabilizada e apresenta índices compatíveis com os momentos mais graves da pandemia”, destaca o documento. Além disso, a articulação metodológica entre as modalidades presencial e remota, como também pediu o MPF, já é contemplada pelo Regulamento Geral dos Cursos de Graduação (RGCG) da UFG.
Na decisão, o juiz considera que a universidade tem adotado as medidas cabíveis para assegurar à comunidade acadêmica adequadas condições de aprendizagem, dentro das condições que o momento de crise sanitária permite. O magistrado pontuou, ainda, não ver motivos para uma interferência judicial nas decisões da UFG.
“Só se pode admitir uma intervenção judicial, de forma constitucional e com legitimidade, quando os benefícios sociais superarem os custos da abstenção. Tenho por ausente a plausibilidade jurídica da tese inicial, precisamente no que toca à alegada necessidade de retomada imediata das atividades presenciais por parte da universidade, como defende o Ministério Público Federal”.
A decisão pondera também que o MPF não levou aos autos elementos probatórios para refutar as alegações da UFG, que, ao não retomar as atividades presenciais, resguarda a vida e a saúde de professores, estudantes e servidores.  “A situação é excepcional e atinge todo o território brasileiro”, assegura o juiz. O processo ainda será julgado no mérito.
Ciência
De acordo com o presidente do Adufg-Sindicato, professor Flávio Alves da Silva, todas as decisões tomadas pelas instituições de ensino são colegiadas, embasadas na ciência e em sintonia com a sociedade.
Segundo ele, todos sabem da importância do ambiente acadêmico para o direito à educação, mas a preservação da vida deve ser prioridade. “A imensa maioria dos estudantes não foi vacinada, ao passo que professores e técnicos receberam apenas a primeira dose. Não há como se falar que a comunidade acadêmica já está imunizada”, afirma.
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