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Lideranças do MDB de Goiânia defendem candidatura própria ao governo de Goiás

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MDB quer Gustavo na cabeça
Evento contou com a participação de várias lideranças do MDB

A defesa da candidatura própria do MDB ao governo de Goiás em 2022 ganhou na noite desta sexta-feira, 10, o apoio de lideranças do partido na capital.

“O MDB não pode aderir a chapa branca do governo”, sentenciou o deputado estadual e secretário-geral do Diretório Estadual, Paulo Cézar Martins, que organizou o encontro.

O presidente da Fundação Ulysses Guimarães em Goiás, Ênio Salviano, defendeu candidatura própria do partido e que o prefeito de Aparecida, Gustavo Mendanha, seja o cabeça desta chapa. “O MDB está preparado para governar Goiás e o prefeito da segunda maior cidade do estado tem todas as condições de ser o sucessor dos ex-governadores emedebistas Mauro Borges, Henrique Santillo, Iris Rezende e Maguito Vilela”, recordou o presidente da fundação responsável pela formação dos quadros emedebistas.

Todos os oradores defenderam candidatura própria seja do prefeito de Aparecida ou do presidente estadual do MDB, Daniel Vilela, e repudiaram a possibilidade de aliança com adversários históricos do MDB, como o governador Ronaldo Caiado (DEM).

Presente na reunião, Gustavo Mendanha reforçou a defesa da candidatura própria do MDB e disse que segue o conselho dos eternos líderes do MDB goiano. “Time grande tem que disputar o campeonato. O MDB é grande, forte e tem a responsabilidade de devolver a alegria ao povo goiano”, ressaltou Gustavo, que apesar dos pedidos de diversas lideranças ainda não se apresenta como pré-candidato.

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Agressões contra crianças e adolescentes chegam a quase 120 mil

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Em 2020, foram registradas mais de 150 mil denúncias

Na data em que se comemora o Dia da Criança (12), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou que o Brasil alcançou a marca de 119,8 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes entre os meses de janeiro a setembro deste ano. Os números são do Disque 100. No ano passado inteiro o total de denúncias chegou 153,4 mil.

Em cerca de 66% dos casos, a agressão ocorre dentro de casa (79.872). De acordo com o levantamento, a agressão vem principalmente dos pais:  51.293 das agressões foram praticadas pela mãe e 20.296 pelo pai. O levantamento não especifica o tipo de agressão sofrido.

Especialistas apontam alguns sinais para identificar se uma criança está sendo abusada. Confira os principais deles:

Saiba o que observar para garantir  proteção às crianças
“É um número muito alto. Precisamos dar um basta na violência, principalmente contra crianças e adolescentes, que são o futuro da nossa nação. Para vencer essa situação, devemos denunciar os casos, cobrar ação das autoridades responsáveis e conscientizar as famílias”, destaca a ministra Damares Alves.

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) tem diversos canais para que qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes possa ser denunciada.

Saiba o que observar para garantir  proteção às crianças
Como denunciar:

O governo federal disponibiliza diversos de canais para atendimento às vítimas do abuso infantil. Entre eles está a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, que funciona por meio do serviço Disque 100 e que conta agora com números no WhatsApp e Telegram (basta apenas digitar Direitoshumanosbrasilbot no aplicativo).

A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do governo federal tem uma cartilha com informações sobre abuso sexual. Nela constam informações como os conceitos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, mitos e verdades sobre esses crimes, métodos do agressor e perfil das vítimas.

 

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