Tecnologia

Portal Goiás Digital ultrapassa marca dos 150 mil acessos

Menos burocrático e mais acessível. A definição sobre a plataforma Goiás Digital é da empresária Nayara Ribeiro, que está entre as quase 154 mil pessoas que acessaram algum dos mais de 50 serviços estaduais oferecidos ao cidadão por meio da internet. ?Em virtude da pandemia, o governo acertou em cheio, disponibilizando vários serviços em um lugar só?, avaliou Nayara, que soube da plataforma por meio das redes sociais e ficou satisfeita com a praticidade em obter a segunda via da fatura de água

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Desenvolvida em conjunto pela Secretaria de Desenvolvimento e Inovação (Sedi) e Secretaria de Administração (Sead), o Goiás Digital foi lançado há dois meses e é resultado do compromisso do Governo estadual, já assumido antes da pandemia, de modernizar os atendimentos. Esta é uma das diretrizes encampadas pela gestão do governador Ronaldo Caiado, que tem atuado para transformar e democratizar o acesso do cidadão aos serviços públicos.

Nayara está entre os 153.660 visitantes únicos ? quantidade de pessoas que visitaram o site, independentemente da quantidade de vezes que o fez. Do total de acessos, 68% foram realizados por celular, 32% pelo computador.

Não coincidentemente, em razão da pandemia, dentre os serviços que configuram entre os mais solicitados está o de Consulta de Liberação Provisória de Atividades. Digitando o CNPJ de seu negócio, o empresário pode verificar os protocolos para funcionamento de sua empresa e se a reabertura foi liberada. A Subsecretaria de Tecnologia da Informação da Sedi utilizou o cadastro das empresas no sistema da Juceg, cruzando as informações obtidas com as regras do decreto do governador Ronaldo Caiado.

Agendamento para atendimento presencial no Vapt Vupt, solicitação de Seguro Desemprego e Denúncia Procon também figuram entre os serviços com maior demanda desde o lançamento da plataforma. Mas há uma série de outros recursos à disposição da população, como solicitação de 2ª Via da CNH, agendamento de consultas médicas no Ipasgo, parcelamento de IPVA, consulta de débitos da Saneago, entre outros atendimentos oferecidos por órgãos estaduais.

Nayara conta que também gostou de informações de utilidade pública que são disponibilizadas no portal. ?Sou doadora de sangue e descobri o indicador de quantas bolsas estão disponíveis no Hemocentro?, comentou.

Disponível no endereço www.go.gov.br, o Goiás Digital oferece mais de 50 serviços de órgãos estaduais, por meio de qualquer dispositivo, seja computador, celular ou tablet. Com um único usuário e senha, o cidadão consegue usufruir de todos os serviços integrados com a plataforma. No portal também estarão disponibilizados informações e o passo a passo para a realização dos serviços públicos que ainda não são possíveis de serem realizados remotamente, tais como documentação necessária, onde, como solicitar, valor de taxas (quando preciso), entre outras. O Goiás Digital ainda permite o acesso ao portal do Governo Federal, graças a adesão do Governo de Goiás à Rede Gov.br, que disponibiliza serviços da União digitalmente. O sistema oferece um nível de segurança compatível com o grau de exigência, natureza e criticidade dos dados e das informações pertinentes ao serviço público solicitado.

Secretaria de Comunicação ? Governo de Goiás

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Número de acessos móveis no Brasil cresce e fecha 2020 com 234 milhões

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Número é maior que população porque muitos têm mais de um chip

O Brasil fechou o ano de 2020 com 234 milhões de acessos móveis, segundo relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O total representou um aumento de 7,39 milhões em relação a 2019, o equivalente a 3,26%. Acesso móvel é o nome dado para os chips de celular, que podem ser usados para serviços de voz ou de conexão à Internet.

Com isso, houve uma inversão da tendência de queda que vinha marcando esse tipo de serviço desde 2015, quando o Brasil bateu os 284,17 milhões de acessos. O número, acima da população nacional, ocorre pelo fato de parte das pessoas ter mais de um acesso, ou seja, mais de um chip ou uma conta de telefone celular.

Na avaliação da Anatel, esse acréscimo teve relação com a pandemia do novo coronavírus. “Com a transferência forçada de atividades para a modalidade online, em especial as aulas de crianças e de adolescentes, houve um aumento na compra de dispositivos para permitir a realização dessas atividades. O celular é o dispositivo mais barato de acesso à internet, e muitos desses aparelhos já são vendidos atrelados à contratação de um novo plano”, diz o relatório.

Densidade

Quando analisados os números de acessos por 100 habitantes, índice denominado “densidade” pelo relatório, as regiões mais atendidas são o Sudeste (105,71), Centro-Oeste (102,2) e Sul (96,9). As densidades são menores no Nordeste (86,58) e Norte (85,37).

Os estados com mais acessos por 100 habitantes são Distrito Federal (116,37), São Paulo (110,22), Rio de Janeiro (103,86), Minas Gerais (98,96) e Rio Grande do Sul (98,96). Já os com os menores índices são Maranhão (74,94), Alagoas (81,49), Pará (82,06), Paraíba (85,24) e Roraima (85,95).

Modalidade de cobrança

Pelo primeiro ano, os acessos pós-pagos superaram os pré-pagos, com pouco mais de 50%. Os pós-pagos são mais presentes na Vivo (57,14%) e os pré-pagos são mais frequentes na Oi (62,67%).

Operadoras

Atualmente, a operadora com mais acessos móveis é a Vivo (78,53 milhões). Em seguida vêm Claro (60,20 milhões), TIM (51,43 milhões) e Oi (36,65 milhões). No caso da OI, a parte de telefonia móvel da companhia está sendo negociada com as outras três operadoras. A Vivo lidera em 2.400 municípios, a Claro em 1.286, a TIM em 1.056 e a Oi em 777 cidades.

Número de acessos por prestadoras.
Número de acessos por prestadoras. – Anatel

Repercussão

Na avaliação da integrante do Conselho de Defesa dos Usuários de Serviços de Telecomunicações (CDUST) Marina Pita, os dados podem levar ao engano uma vez que o relatório não deixa claro que se trata de chips, e não de conexões móveis.

“Os dados são simplesmente de chips ativos habilitados à conexão. Se a pessoa proprietária do chip fez uso de pacote de dados móvel, isso é algo que a Anatel não sabe porque não há obrigações de as operadoras informarem neste sentido. A Anatel não está contabilizando planos ativos e sim chips. Se a pessoa usou o chip apenas para receber ligações, a Anatel desconhece”, avalia Pita.

Em nota à reportagem da Agência Brasil, a assessoria da Anatel confirmou se tratar de chip habilitado, não incluindo que tipo de atividade é realizada pelo usuário.

Edição: Aline Leal

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