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Seriado Criaturas Estranhas revela seres assustadores na TV Brasil a partir de terça (9/6)

Obra documental da emissora Love Nature destaca o que há de mais esquisito no reino animal

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A rotina de espécies com aparências bizarras e incomuns em diferentes habitats é o mote da série documental Criaturas Estranhas que a TV Brasil estreia nesta terça (9), às 21h. Em 13 episódios de 23 minutos, o programa mostra as habilidades especiais de camuflagem e trapaças em seres exóticos.

 

Com sequências espantosas, a atração do canal canadense Love Nature explica como a natureza pode ser surpreendente de muitas maneiras. O seriado acompanha espécies da fauna e da flora que tiveram um processo de evolução bem peculiar. O conteúdo também vai ao ar à 1h de terça (9) para quarta (10).

 

A vida brota de todos os cantos do planeta Terra, mas na maioria das vezes os seres humanos não percebem a singularidade ao ter os sentidos atraídos apenas para o que é belo e fácil de entender. A produção Criaturas Estranhas quebra esse paradigma com organismo de comportamentos diversos.

 

Ao destacar algumas das formas de vida mais surpreendentes e complexas, a série se concentra em seres realmente assustadores com aspectos bem esquisitos. A obra busca plantas e animais nojentos e desconhecidos, com características bastante peculiares e poderes inusitados que envolvem hábitos mortais.

 

Cobras mortais, plantas gigantes fedorentas e insetos apavorantes. Do musaranho venenoso que come três vezes seu peso corporal todos os dias à barata que pode viver duas semanas sem a cabeça, o mais estranho e selvagem do reino animal é encontrado nessa produção semanal no ar pela emissora pública.

 

Estreia indica táticas de sobrevivência curiosas

 

O primeiro episódio do seriado investiga como o fedor certo pode evitar que um animal termine nas mandíbulas de um predador. A série exibida pela TV Brasil nesta terça (9), às 21h, acompanha a ação de

uma planta muito estranha e quatro animais únicos que deixaram sua marca no meio ambiente com estilos de vida que surpreendem pelo exotismo.

 

A produção explora essas situações inacreditáveis da vida ao ar livre. Essa edição enfoca nos costumes de

seres como gafanhotos que vomitam, preguiças que podem matar, tamanduás nojentos e hipopótamos que arremessam estrume.

 

Serviço

Criaturas Estranhas ? terça-feira, dia 9/6, às 21h, na TV Brasil

Criaturas Estranhas ? terça-feira, dia 9/6, para quarta-feira, dia 10/6, à 1h, na TV Brasil

 

Fernando Chaves

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HERANÇA DIGITAL: Exclusão de perfil no Facebook após morte não gera dever de indenizar

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Por entender que o Facebook agiu no exercício regular de um direito, não havendo qualquer abusividade ou falha na prestação dos serviços, a 31ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão que negou um pedido de indenização por danos morais feito por uma mãe após a exclusão do perfil de sua filha falecida na rede social.

A autora da ação afirma que usava o perfil para recordar fatos da vida da filha e interagir com amigos e familiares. Ela pediu a restauração da página e indenização pelos danos morais causados pela exclusão repentina. O juízo de primeira instância julgou a ação improcedente. A mãe recorreu ao TJ-SP, que manteve a sentença.

O relator, desembargador Francisco Casconi, lembrou que, ao criar o perfil, a filha da autora aderiu aos Termos de Serviço e Padrões da Comunidade, disponibilizados aos usuários quando ingressam na rede social. Nesses termos, o usuário possui duas opções em caso de morte: transformar o perfil em memorial ou optar previamente pela exclusão da conta. A filha da autora escolheu a segunda opção.

“Não se ignora a dor da autora frente à tragédia que se instaurou perante a sua família, e que talvez seja a mais sensibilizante das mazelas humanas. Tampouco a necessidade de procurar conforto em qualquer registro que resgate a memória de sua filha”, disse.

No entanto, segundo o magistrado, não há como imputar ao Facebook responsabilidade pelos abalos morais decorrentes da exclusão do perfil, “já que decorreram de manifestação de vontade exarada em vida pela usuária, ao aderir aos Termos de Serviço da apelada, os quais, de um modo ou de outro, previam expressamente a impossibilidade de acesso ilimitado do conteúdo após o óbito”.

Com relação à validade dos termos de serviço do Facebook, Casconi afirmou que não há regramento específico sobre herança digital no ordenamento jurídico brasileiro: “Sequer a Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet) ou a novel Lei Geral de Produção de Dados se debruçaram expressamente sobre a questão”.

Assim, para ele, a questão deve ser resolvida à luz de dispositivos constitucionais e civilistas e citou especificamente os direitos da personalidade e o princípio da autonomia da vontade, “o que leva ao respeito da manifestação de vontade exarada pela titular da conta quando aderiu aos Termos de Serviço do Facebook”. A decisão foi unânime.

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