Educação

Everest Digital ajudará governo a formar jovens na área de TI

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Parceria com o governo de Goiás objetiva reduzir a evasão de alunos nos cursos técnicos e ajudar na colocação de jovens no mercado de trabalho de tecnologia

A Everest Digital, empresa do Grupo Soluti, é a primeira a fechar parceria com o governo de Goiás num projeto pioneiro de oferta de estágios e residências na área de tecnologia para alunos das Escolas do Futuro de Goiás (EFGs). A iniciativa ajudará a resolver a carência de mão de obra especializada na área de Tecnologia da Informação (TI) em Goiás e dará aos alunos a perspectiva de ingressarem em um mercado de trabalho que tem salários atrativos e diversas possibilidades de crescimento profissional.

Com sede em Goiânia (GO), a Everest Digital passará a acolher os jovens participantes do programa de estágios e residências tecnológicas a partir de 2024. Os alunos terão acessos às mais novas tecnologias disponíveis no mercado, nas áreas de infraestrutura, desenvolvimento, ciência de dados, inteligência artificial, cibersegurança, e certificação digital, entre outras.

Para o CEO da empresa, Gleysson Araújo, a parceria com o governo de Goiás tem potencial para se tornar referência nacional. “Trata-se de um projeto importante para dar orientação profissional antecipada aos jovens estudantes. Feito de forma estruturada, para capacitarmos novos talentos na área de tecnologia. Quanto mais jovens nós mantivermos na trilha dos estudos, mais mão de obra preparada teremos neste mercado, que cresce e contrata cada vez mais”, ressalta.

“Temos um trabalho intenso e bem estruturado de capacitação dos jovens que contratamos. Eles passam por treinamentos que têm como foco as mais novas tecnologias e acabam crescendo dentro da Everest e de todo o Grupo Soluti”, explica Gleysson Araújo. Ele frisa que a ideia da parceria com o governo de Goiás surgiu em uma conversa com o vice-governador Daniel Vilela sobre a importância da capacitação profissional e as oportunidades que o mercado de tecnologia oferece aos jovens.

“Temos escolas em perfeitas condições, e também as Escolas do Futuro, que têm quase R$ 10 milhões em equipamentos de alta qualidade, cada uma. Apostamos na tecnologia para qualificar nossos jovens e prepará-los para o futuro”, afirma Daniel Vilela.

Mercado de trabalho

Sobre a perspectiva dos alunos conseguirem colocação no mercado de tecnologia, Gleysson Araújo cita o exemplo da Everest Digital. A empresa tem lidado com uma demanda crescente de contratação de mão de obra bem treinada, mas encontrado dificuldades de preencher todas as vagas disponíveis.

“Acreditamos que vamos seguir com a contratação da maioria destes jovens que fizerem a residência tecnológica conosco. Possuímos um relacionamento forte com outras grandes empresas de tecnologia, que também precisam de mão de obra qualificada, e vamos apoiar essa iniciativa indicando os demais jovens que passarem pelo programa”, afirma.

A parceria entre a Everest Digital e o governo de Goiás ajudará a prevenir a evasão de alunos dos cursos técnicos criados recentemente pelo Estado. “Muitas vezes, por estar distante da vivência prática do uso profissional da tecnologia, o jovem acaba desistindo de continuar a capacitação profissional. Além disso, os estágios e as residências tecnológicas fortalecem a capacitação destes jovens, que poderão ver na prática tudo que aprenderam na sala de aula, com apoio e supervisão de profissionais com muita experiência em tecnologias de ponta”, enfatiza o CEO da empresa.

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Andreazza Joseph é um dos muitos potiguares talentosos que estão espalhados pelo mundo, multifacetado, possuindo formação em Direito e Jornalismo, além de atuar como produtor audiovisual na AgênciAzzA. Com sua paixão pela cultura nordestina, ele se destaca como um cordelista e multi-instrumentista. Sua habilidade em diversas áreas o torna uma figura versátil e criativa, trazendo uma perspectiva única para cada matéria que escreve."

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Caldas Novas

Aluna de Cepi de Caldas Novas é 1º lugar em Concurso de Ilustração

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Obra, vencedora do Concurso de Ilustração na Olímpiada Nacional de Física das Escolas Públicas (OBFEP), foi inspirada no desejo de trazer representatividade feminina (Arte: Maurielle Portela)

Estudante da 2ª série do ensino médio no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Dom Pedro II, em Caldas Novas, Maurielle Portela traz da infância a paixão por arte.

“Comecei a desenhar no 6º ano do fundamental, há uns 7 anos, e não parei mais. Primeiro no papel, desenho tradicional, e depois desenho digital, usando o celular. Aprendi assistindo vídeos aqui e ali, lendo sobre técnicas de desenho, pegando dicas com amigos. De pouco em pouco fui estudando e não pretendo parar”, contou.

Seu interesse e empenho na produção artística lhe abriu portas para uma conquista que mescla o desenho com outra paixão de sua vida, as Ciências Exatas. Em sua primeira participação na Olímpiada Nacional de Física das Escolas Públicas (OBFEP), em 2023, Maurielle teve a alegria de alcançar o 1° lugar no Concurso de Ilustração, que teve por tema: Homens e Mulheres na Ciência.

O desenvolvimento de sua obra foi inspirado no desejo de trazer representação feminina e de abordar o assunto que, naquele momento, estava sendo discutido nas aulas de física de sua turma.

“No mês que fiz o desenho, estava estudando sobre supercondutividade e supercondutores. Também havia assistido muitos vídeos e matérias a respeito, por isso resolvi aplicar um pouco de toda essa inspiração visual. E podíamos desenhar cientistas, então coloquei também três importantes pesquisadores da área”, explicou a jovem.

Cepi de Caldas Novas

Essa foi a primeira vez que alunos do Cepi Dom Pedro II participaram do Concurso de Ilustração. Porém, segundo o professor de física e atual gestor da unidade, José Neto de Oliveira, todo ano o Cepi marca presença nas fases da OBFEP.

“Sempre incentivo a participação em olimpíadas de conhecimento em minhas turmas e na instituição. Em 2023 ofertei a proposta para as turmas de 9º ano do fundamental e de ensino médio”.

Sete medalhas nacionais

De todos os três níveis da OBFEP, Goiás obteve sete medalhas nacionais, sendo seis de prata e uma de bronze. Destas, o Cepi de Caldas Novas, segundo o gestor, foi contemplado com cinco medalhas de prata no nível A, 9º ano do ensino fundamental.

Para a professora Danúzia Batista, o incentivo constante da equipe docente aos estudantes é um passo essencial nesta conquista.

Olhares atenciosos e especiais

“No colégio temos vários alunos com inúmeras habilidades diferentes. A partir do interesse deles, fomos moldando o que poderia ajustar para seguir as regras, mas com liberdade de criação. Muitas vezes os alunos só acreditam em seu potencial quando damos um olhar especial para sua habilidade e colhemos frutos, mesmo que sejam frutos de experiência”, afirma.

E foi por meio desse olhar atencioso de uma professora que Maurielle Portela ficou sabendo do concurso e pôde se inscrever mais confiante e segura de si.

“Minha professora de física, Eliane, um amor de pessoa, me avisou da competição e me incentivou a participar. Falou do edital, me avisou do prazo de entrega, ainda imprimiu e enviou o desenho pelos Correios. Ela sempre incentiva os alunos a participarem dos projetos que aparecem e das Olimpíadas”, contou.

E o amor que carrega pela arte e a física é um dos fatores que motivam Maurielle a ingressar, futuramente, em um curso superior: “Pretendo fazer física ou matemática. E, talvez, como uma segunda faculdade, artes plásticas me interessa”.

Premiação

O resultado da premiação foi anunciado na última terça-feira (14/05), no site da OBFEP. O prêmio será uma placa a ser entregue para todos os premiados da Olímpiada pelas secretarias estaduais, em cerimônia com data a ser definida.

 

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